25.5.09

 

O meu filho tem 8 anos e sempre foi uma criança saudável. Há alguns meses começou a levantar-se da cama durante e a andar pela casa. Sempre pensei que se tratasse de sonambulismo, mas há pouco tempo uma colega de emprego disse-me que pode ser epilepsia. Estou muito preocupada com isso e não sei o que fazer. 

Maria, Alcobaça

 

 

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16.5.09

 

 

 

Li com muita atenção o texto sobre os contos infantis e, dentro desse tema, gostaria de colocar uma questão. Tenho um filho com 5 anos que gosta muito de ouvir histórias ao deitar, acontece que de há algum tempo para cá, insiste para que eu lhe conte sempre a mesma história e se eu altero alguma coisa, rapidamente me corrige. Ora, se ele já sabe a história de cor e salteado, que graça tem ouvi-la de novo ?
 
 
link do postPor psicologiacriancaeadolescente, às 23:38  comentar

8.5.09

 

É hoje sabido que o uso abusivo da diversão electrónica (ex: internet e jogos de vídeo) podem provocar nas crianças e adolescentes, sintomas como dores de cabeça, obesidade, distúrbios do sono, agressividade e dores no pescoço ou nos ombros.
 
Ainda assim, os pais não devem privar seus filhos do contacto com a tecnologia actual, já que os jogos podem  aumentar a coordenação motora, a rapidez de raciocínio, além de constituírem uma forma de lazer.
 
No entanto, é certo e sabido que “a diferença entre o remédio e o veneno está na quantidade”, isto é, ficar muitas horas apenas a jogar, priva as crianças das actividades ao ar livre e isso acarreta muitos riscos.
 
link do postPor psicologiacriancaeadolescente, às 10:53  comentar

26.4.09

 

 

 

 

Desde muito cedo que os bebés tendem a testar os seus limites. Ao longo dessa exploração, esbarram por vezes com a atitude firme dos educadores, mas pode acontecer que o modelo educativo seja demasiado permissivo e as crianças facilmente se apercebem que podem agir livremente.
 
A partir daqui, as regras estão clarificadas. Os mais pequenos ficam a saber que, se fizerem uma birra suficientemente forte os pais vão ceder. Todos nós já assistimos a cenas em que as crianças se deitam para o chão e gritam a plenos pulmões.
 
Os pais, manifestam-se tão assustados e envergonhados com tal atitude que acabam por dar o que a criança deseja. Podem até chegar a ameaçar com um castigo, mas raramente o cumprem, uma vez que a sua incapacidade de manter os limites é tão grande que não conseguem manter-se firmes.
 
link do postPor psicologiacriancaeadolescente, às 01:39  comentar

16.4.09

 

 

 

O calor aperta e a pobre criancinha destila dentro das "roupas quentinhas" que a mãe lhe vestiu. Sempre que alguém se aproxima do carrinho de bebé com o intuito de lhe pegar ao colo, ou mesmo de lhe fazer uma festa, é convidado a lavar as mãos, não vá o diabo tecê-las e o petiz apanhe alguma maleita desconhecida.
  
Na casa da tia o cenário mantém-se. Gatinhar pelo chão, nem pensar, brincar com o primo está fora de questão porque pode aleijar-se... Claro que mãe ou pai que se preze, tem receio que os filhos corram riscos e a preocupação é uma constante. No entanto, "entre o oito e o oitenta existem setenta e dois números" e há pais que sofrem do terrível síndrome da superprotecção.
 
São hiper-vigilantes, estão sempre presentes junto aos filhos livrando-os de todo e qualquer potencial perigo. Os pais superprotectores, vivem para lá dos limites do que é considerado sensato, em termos de educação. O mais grave, é que nem se apercebem que quanto mais desejam proteger os filhos, mais os vão fragilizando.
 
 
link do postPor psicologiacriancaeadolescente, às 21:37  comentar

31.3.09

 

A ansiedade é uma emoção vaga, um misto de medo e de apreensão. Habitualmente é acompanhada por alguma tensão, dado existir a antecipação de um perigo (real ou imaginário).
 
As crianças podem não saber descrever esta emoção e, quando a reconhecem, dificilmente terão a noção de se tratar de algo exagerado ou anormal. Habitualmente é um adulto que se apercebe do sofrimento que a ansiedade excessiva lhe está a provocar.
 
Uma maneira de fazer a distinção entre a ansiedade dita normal e a ansiedade patológica, consiste em avaliar a duração e a proporcionalidade em relação ao estímulo. As respostas normais são passageiras e sua intensidade varia de acordo com a gravidade das ameaças.
 
 
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18.3.09

 

O SAPO Família coloca a partir de hoje ao dispôr dos seus utilizadores um novo consultório, dedicado ao tema da psicologia da criança e do adolescente.

 

Pretende-se que este seja um espaço onde pode colocar as suas dúvidas acerca dos seus filhos, sejam eles crianças ou adolescentes.

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