13.3.12

 

 

Estou a pensar reduzir as actividades extracurriculares da minha filha. Ela chega a casa diariamente às 21 horas e nunca tem tempos livres. Claro que é muito engraçado ver que sabe tocar piano, fazer balé, falar inglês e espanhol…mas será que compensa o desgaste (meu e dela) ?

 

Actualmente vemos que, menores de seis anos, têm uma agenda tão preenchida com obrigações dos mais variados tipos, que pouco tempo resta para ser usado para a coisa mais importante deste período: brincar. Depois dos seis anos, dá-se o árduo início da aprendizagem da leitura, da escrita e da aritmética. A vida na escola, que nesse momento representa o mundo para a criança, é o contexto privilegiado para que ela cresça. É preciso adequar-se às regras, desenvolver aptidões cognitivas e emocionais. A par de tudo isso, surgem as actividades extracurriculares.

 

Como a leitora diz, é muito engraçado ver que determinada criança ampliou as suas aptidões, mas será que os benefícios são superiores aos custos ? É que as crianças deste século estão a perder a possibilidade de brincar, porque simplesmente não resta tempo para o fazer. E brincar é absolutamente fundamental para o desenvolvimento a todos os níveis. De nada vale estarmos a criar pequenos génios, se a imaturidade depois lhes vai travar o sucesso. Importa, então, que os pais pensem muito bem, e sejam criteriosos, na escolha das actividades que os filhos devem frequentar. Tudo isto para lhe dizer que chegar ás 21 horas a casa é realmente excessivo, por isso faz muito bem em repensar as actividades da sua filha !

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28.3.11

 

 

O lançamento do meu livro "Clínica da Infância" será no próximo dia 30 de Março, quarta-feira, pelas 18:30 hs

 

 no auditório Fnac, Centro Comercial Colombo (Lisboa)

 

A apresentação estará a cargo da jornalista Rita Marrafa de Carvalho

 

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16.7.10



 

A minha filha tem 5 anos e raramente obedece, seja a mim, ou ao pai. No infantário também há queixas por parte da educadora, porque recusa-se a comer e responde-lhe mal. Aconselharam-nos a ir a um psicólogo ver o que se passa, mas eu acho que tudo se deve á sua forte personalidade.

Ermelinda, Lisboa

 

 

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11.3.10

 
Não sei o que fazer porque o meu filho passa a dia a comer guloseimas e à hora das refeições é um castigo para o fazer comer qualquer coisa de jeito. Recusa-se a comer vegetais e só quer bifes com batatas fritas, ou então hambúrgueres.
Florinda, Lisboa
 

 

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24.2.10

 

O meu filho tem 5 anos e estou um pouco preocupada porque parece-me que vai ser canhoto. Escreve as letras ao contrário e chuta a bola sempre com o pé esquerdo. O pai também é canhoto e teve algumas dificuldades na escola. Será que devo contrariar essa tendência ?

Marisa D. (Lisboa)

  

 ver também o texto

http://familia.sapo.pt/familia/educacao_e_pedagogia/1028977.html

 

 

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18.2.10

 

 

 Em conversa com duas amigas, discutíamos o modo como de deve dar uma má notícia a uma criança. Elas eram de opinião que se deveria ocultar o mais possível, para que a criança não sofra. Eu não concordei, porque acho que as crianças devem ser preparadas para o bem e o mal que a vida nos reserva.

Sofia, Cascais

   

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4.11.09

Tenho um filho com 7 anos que há pouco tempo recomeçou a fazer chichi na cama. Levei-o ao pediatra e o médico disse-me que ele tem enurese secundária. Pode explicar-me o que é isso?

Alberta, H. (Santarém)

 

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1.11.09

 

 

Tenho um filho com 4 anos e ando sempre com medo que ele seja raptado, ou que se perca. Devo usar o medo para evitar que se afaste, como falar do “homem do saco” que leva as crianças?

Beatriz, Almada

 

 

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8.9.09

 

 

Tenho uma filha com três anos e meio e é a desarrumação em pessoa. O quarto dos brinquedos está sempre virado do avesso e faz birra cada vez que eu lhe digo para colocar os brinquedos na caixa. O meu marido acha que ela é ainda muito pequena para ter qualquer tipo de responsabilidade, mas eu discordo.
Luisa M. (Lisboa)
 
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23.8.09

 

Tenho uma filha com 7 anos que só me dá problemas. Em casa não obedece a nada, fica a ver televisão até altas horas da madrugada e só quer dormir comigo. Agora chamaram-me à escola, porque ela no refeitório brinca com a comida e atira-a aos outros colegas. O meu marido diz que não há problema nenhum e que a criança tem que ser feliz à sua maneira.

Cecília B., Montemor-o-Novo 

 

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Drª Teresa Paula Marques
Licenciada em Psicologia Clínica (ISPA), Mestre em Psicopatologia e Psicologia Clínica (ISPA), Pós-graduada em Avaliação Psicológica em Contexto Escolar (FPCEUL), Psicoterapeuta Breve (SPPB), Doutoranda em Psicologia da Educação (FPCEUL).
Exerce Psicologia Clínica há quase duas décadas.

Actualmente é responsável pelo Serviço de Psicologia de um Externato em Lisboa e docente da cadeira de Psicologia do Desenvolvimento na Escola Superior de Saúde da Cruz Vermelha Portuguesa, no curso de Enfermagem.
Paralelamente atende crianças e adolescentes no consultório privado e é autora de 4 livros sobre Psicologia Infantil e do Adolescente. Já foi psicóloga residente em programas de televisão e mantém colaborações regulares com diversos jornais e revistas.
Actualmente responsável pelo consultório "FILHOS" na revista TvMais (periodicidade quinzenal)

Para saber locais de consultório aceda ao site: www.teresapaulamarques.com blog : http://teresapaulamarques.zip.net
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